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Serviço

Consultoria de Redução de Custos em Manutenção de Frotas

Diagnóstico técnico dos custos de manutenção de caminhões, carretas e máquinas pesadas, plano de ação priorizado e acompanhamento de indicadores — para reduzir o custo por quilômetro ou por hora trabalhada sem comprometer a disponibilidade da frota.

Solicitar diagnóstico

O que é

Custo de manutenção se reduz com engenharia, não com corte

Espaçar revisões ou comprar a peça mais barata costuma reduzir a conta do mês e aumentar a do ano: a manutenção corretiva cresce, o caminhão para na estrada e a máquina fica fora da obra.

A consultoria parte dos dados da própria frota — histórico de manutenção, custos por veículo, falhas recorrentes e contratos com oficinas — para mostrar onde o dinheiro está sendo perdido e quanto cada ação devolve.

Onde a redução costuma aparecer
  • Falhas recorrentes com a causa raiz não resolvida
  • Excesso de manutenção corretiva em relação à preventiva
  • Planos de manutenção desalinhados com a operação real
  • Pneus: pressão, rodízio, alinhamento e recapagem
  • Orçamentos e serviços de oficinas terceirizadas sem conferência técnica
  • Garantias de peças e serviços que não são acionadas
  • Peças e componentes especificados sem considerar o uso

Frotas atendidas

Da estrada ao canteiro de obras

O método é o mesmo; a unidade de medida muda. Caminhão se mede por quilômetro, máquina por hora trabalhada — e cada operação tem os seus pontos de desgaste.

Transporte

Transportadoras

Caminhões e carretas de frota própria: custo por quilômetro, pneus, freios, embreagem, suspensão e as paradas não programadas na estrada.

Construção

Construtoras e empreiteiras

Retroescavadeiras, guindastes, rolos compactadores e demais máquinas: custo por hora trabalhada, material rodante, sistema hidráulico e disponibilidade no canteiro.

Indicadores

O que passa a ser medido

Sem medir, cada ação vira opinião. Os indicadores mostram onde agir primeiro e se a ação funcionou.

Custo por quilômetro ou por hora

Por veículo, por sistema e por tipo de serviço — a base para comparar e priorizar.

Disponibilidade

Tempo em que o veículo ou a máquina está apto a operar, e quanto se perde com as paradas.

Preventiva e corretiva

Quanto da manutenção é planejada e quanto é reação à quebra.

Falhas e tempo de reparo

Intervalo médio entre falhas e tempo para voltar a operar (MTBF e MTTR).

Como funciona

Do levantamento ao resultado medido

Levantamento

Coleta do histórico de manutenção, notas fiscais, contratos, quilometragem ou horímetro e, quando houver, dados de telemetria. Visita à operação e à oficina.

Diagnóstico

Custo por veículo e por sistema, relação entre preventiva e corretiva, falhas recorrentes e disponibilidade da frota. O resultado mostra onde está o custo — e quanto dele é evitável.

Plano de ação

Ações priorizadas por impacto e esforço: ajuste do plano de manutenção, especificação de peças e pneus, critérios técnicos para oficinas e fornecedores, rotinas de inspeção e treinamento da equipe.

Acompanhamento

Indicadores mensais para medir o efeito de cada ação e corrigir o rumo — com a opção de seguir com responsabilidade técnica contínua.

Por que a MAG

Método de manutenção com conhecimento de oficina

Reduzir custo de frota exige enxergar ao mesmo tempo o plano, a oficina e a falha. A formação e a trajetória de Marco Guterres passam pelos três.

Ver trajetória completa

Gestão de manutenção

Pós-graduação em Engenharia e Gerenciamento de Manutenção — método para planos, indicadores e análise de falhas.

Oficina por dentro

Convivência contínua com oficinas mecânicas: conhece a rotina de reparação, o que dá base para avaliar orçamentos, prazos e a qualidade dos serviços.

Causa, não sintoma

Perito judicial nomeado pelo TJ-PR desde 2019: método para chegar à causa de uma falha, e não apenas trocar a peça que quebrou.

Especificação pelo uso

Experiência em engenharia de desenvolvimento de produto na indústria automotiva — base para especificar peças, pneus e implementos pela operação real.

Dúvidas frequentes

Consultoria de frotas: perguntas frequentes

Quanto é possível reduzir?

Depende do ponto de partida da frota. O diagnóstico quantifica onde o dinheiro está sendo perdido, e cada ação do plano vem com a estimativa de economia e o esforço para implantá-la. A meta é definida com os números da sua operação, não com um percentual de catálogo.

Preciso ter um sistema de gestão de frota?

Não. O levantamento trabalha com o que existir — planilhas, notas fiscais, ordens de serviço, telemetria. Se os registros forem frágeis, organizar a coleta de dados passa a ser uma das primeiras ações do plano.

A consultoria substitui a oficina ou o gestor de frota?

Não. Ela dá base técnica às decisões de quem já gerencia a frota: onde agir primeiro, o que exigir das oficinas e dos fornecedores e como medir o resultado.

Qual a diferença para o responsável técnico?

A consultoria é um projeto com começo, meio e fim, focado em custo. O responsável técnico é um acompanhamento contínuo, com ART de cargo e função. As duas coisas se combinam: a consultoria define o plano, e o responsável técnico acompanha a execução.

A consultoria tem ART?

Sim. Como todo serviço de engenharia, a consultoria é registrada no CREA com Anotação de Responsabilidade Técnica, que identifica o responsável e delimita o escopo do trabalho.

Quer saber onde está o custo da sua frota?

Conte o tamanho da frota, o tipo de operação e o que já é controlado hoje. O escopo do diagnóstico é definido sem compromisso.

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